A vergonha da BR 319 se arrasta, com
decisões que protegem os interesses das ONGS e de Marina Silva
Sergio Pires (*)
Não há mais adjetivos que se possa utilizar
sobre a verdadeira saga de horror que o reasfaltamento da BR 319 tem sofrido,
nas mãos do Ministério Público Federal, de grande parte do Judiciário, principalmente
em suas instâncias inferiores e, mais que tudo, pela pressão dqas ONGs,
bancadas com dinheiro estrangeiro, que mandam e desmandam na Amazônia. É
vergonhoso! É lamentável! É trágico!
Foi mais uma repetição de tudo
o que já se sabia. O governo federal autorizou a obra, liberou os recursos e
até mudou a lei para que não se pudesse interromper o trabalho em obras de
recuperação onde elas já tivessem ocorrido. Nada adiantou.
Uma dessas ONGs que
representam o terrorismo ambiental que foi imposto à população brasileira, num
recurso simples à Justiça Federal, num processo analisado por uma juíza que
passou sua vida sendo treinada e preparada para criminalizadr qualquer
desenvolvimento na região, para “proteger o meio ambiente”, num canetaço,
mandou parar uma obra de mais de 670 milhões de reais.
Não importa se, poucas horas depois, uma decisão superior, do TRF 1,
tenha cassado a decisão da juíza federal. Não é este o ponto central. O que
deixa a milhões de Amazônidas indignados é que, a qualquer momento, uma rodovia
que integra o Amazonas ao resto do país; que já foi asfaltada há 50 anos e que
é vital para toda a região, pode ter suas obras suspensas novamente
paralisadas.
Não haverá uma Amazônia verdadeiramente brasileira enquanto as ONGs dominarem a
região. Algumas delas até que são importantes para a população mais pobre, mas
a ampla maioria vivem em torno dos interesses estrangeiros, que estão se
lixando em manter a floresta em pé. Querem mesmo são as riquezas que abundam no
nosso território.
Movidas a milhões de dólares e vivendo com o apoio de organismos aparelhados
durante décadas, as ONGs vivem em função das nossas riquezas e são sempre
agradecidas à sua Rainha, a ministra Martina Silva, que em seu Estado, o Acre,
não se elegeria mais nem como vereadora. Mas é eleita por São Paulo, onde vive
como uma madame, apoiada nas urnas por descerebrados que acham que ela é a
salvadora do Planeta.
Não dá vontade de vomitar?
(*) É jornalista e radialista responsável pela coluna Opinião de Primeira.
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